Mostrando postagens com marcador Celulares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Celulares. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conheça o celular redondo que promete ser o "anti-smartphone"


Smartphones NAO Retangulares precisam SER. Pelo Menos E o Que Acredita Uma Empresa americana Chamada Monohm, that CRIOU e planeja lancar o Runcible, um celular redondo Que imita o desenho dos Relógios de bolso Clássicos Para se diferenciar dos Demais.
A empresa NÃO Fala Sobre especificações, não entanto. Sabe-se Que ELE roda o Firefox OS, sistema Operacional Aberto da Mozilla, e Que ELE TEM Previsão de Lançamento Para o ano of this final, mas sem Precisa dados UMA.
O Aparelho E descrito Como o "anti-smartphones". Além do formato Estranho, ELE NÃO promete Ser invasivo Como OS Dispositivos Que conhecemos Hoje, e NÃO utilizar a obsolescência programada Pará incentivar SEUS Usuários a comprar Novos Aparelhos anualmente.
A empresa Lista OS seguintes Benefícios:
- Primeira Tela Totalmente redonda e com o formato da palma, O Que Torna o OSU Mais Confortável e em hum formato that Já E AOS familiares Humanos, com o Relógio de bolso, uma bússola, etc.
- Interface simples voltada parágrafo CRIAR UM Resumo "Limpo" da SUA vida digital e hum aplicativo de mapas that Difere dos Outros Pará Encontrar uma rota Mais interessante Pará hum destino, e NÃO o Mais Rápido.
- Sem necessidade de aplicativos, JA Que ELE utiliza Padrões Abertos da web, e, portanto, Não há necessidade de aplicativos Para executar funcoes Específicas.
- Não-obsolescência programada, JA Que Todas As Peças fazer runcible removidas SER PODEM, reparadas e atualizadas, EO Aparelho PODE Permanecer o MESMO POR Décadas, Diz a Empresa.
- Sem interrupções, JA Que o Dispositivo NÃO Apita, alerta, or interrompe o Look de forma Alguma, mantendo SUA Atenção NAS Coisas que Realmente importam.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Apple pratica preços ultrajantes", diz presidente da Motorola


A Motorola não aceitou bem algumas das reclamações de Jony Ive, chefe de design da Apple e retrucou, acusando a concorrente de cobrar preços “ultrajantes” pelos seus dispositivos. Em entrevista, o CEO Rick Osterloh não poupou reclamações à estratégia da empresa do iPhone. 

Osterloh reagiu às declarações de Ive, que criticou indiretamente o programa Moto Maker, que permite que o consumidor personalize livremente o Moto X nos Estados Unidos e chegará ao Brasil ainda neste ano. O designer da Apple, sem citar o nome “Motorola” mas falando em “um concorrente”, afirmou que oferecer muitas cores, materiais e opções de personalização é “abdicar de sua responsabilidade como um designer”. Como não há nenhuma outra companhia que faz o mesmo que a Motorola neste sentido, a declaração não pegou bem. 

“Nós vemos uma dicotomia real neste mercado, onde você tem a Apple fazendo muito dinheiro cobrando preços ultrajantes. Nós achamos que esse não é o futuro. Acreditamos que o futuro é oferecer experiências similares e opção para o consumidor a preços acessíveis”, afirma em entrevista à BBC. 

Obviamente ele fala da discrepância de preços entre aparelhos como o iPhone 6 e o Moto G e Moto E, por exemplo, que são um sucesso de vendas, mas que são vendidos com uma margem de lucro baixa. 

“O maior fracasso da indústria de celulares também é a maior oportunidade: fazer um aparelho muito bom, acessível para as pessoas que não querem gastar muito dinheiro”, explica Osterloh. 

A estratégia, no entanto, tem sido custosa para a Motorola, hoje sob o comando da Lenovo. Apesar de vender muitas unidades e ter o aparelho mais vendido do Brasil, a empresa tem grandes dificuldades em fechar um período fiscal no azul, graças às margens de lucro diminutas. A participação de mercado, porém, segue aumentando.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Anatel aprova antenas menores para melhorar internet móvel


A Agência Nacional de Telecomunicações aprovou a intalação das chamadas femtocéculas -- antenas de menor dimensão que podem ser usadas como acessórios para desafogar o tráfego de dados de outras antenas e melhorar o desempenho das redes de telefonia e internet móvel.

O conselheiro substituto da Anatel e relator do regulamento, Marconi Maya, explica que os equipamentos têm cobertura de 1 watt e alcance de aproximadamente 100 metros. Servem, portanto, especialmente para facilitar a comunicação em ambientes fechados. "É uma tecnologia que começa a vingar mundo afora, e esperamos que ajude a melhorar a cobertura e qualidade dos serviços no Brasil, que é a maior busca que nós temos", completou.

As femtocélulas funcionam em dois modos: aberto e fechado. No primeiro, atendem a todos os usuários das operadoras que as instalarem; no segundo, ficam restritas aos usuários previamente cadastrados na Anatel. Nos dois casos, as teles são responsáveis pela instalação, operação, gerenciamento, manutenção, suporte e desativação dos dispositivos.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Samsung é multada em R$ 750 mil for forjar comentários na internet


A Samung recebeu multa de US$ 340 mil (R$ 750 mil) por forjar elogios a seu respeito e espalhar comentários negativos sobre os concorrentes na internet. A decisão foi aplicada nesta quinta-feira pela Comissão de Comércio Justo de Taiwan - FTC.

De acordo com a investigação, a coreana contratou um "grande número de redatores" e designou funcionários para promover artificialmente seus produtos em fóruns online. A Comissão taiwanesa entendeu que a prática prejudicou as vendas de rivais asiáticas como a chinesa HTC.

Segundo o The Verge, esta é a segunda vez no ano que a Samsung é enquadrada pela atitude anticompetitiva. Na outra oportunidade, a coreana se defendeu e alegou estar "engajada em manter uma comunicação honesta e transparente com os consumidores".

Vírus de celular é igual a vírus de computador? Entenda as diferenças


Vírus e outros tipos de malwares já são problemas conhecidos por quem utiliza os computadores. Porém, as ameaças, antes restritas aos desktops e notebooks, têm agora um novo alvo: o seu smartphone. Em número crescente, esses aplicativos atrapalham o desempenho dos gadgets e tentam roubar dados pessoais dos usuários. Mas será que os vírus de celular agem igual aos de computadores? O TechTudo foi atrás da resposta.
Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)Smartphones estão cada vez mais expostos à vírus (Foto: Elson de Souza/TechTudo)
Diferenças entre infecções de computadores e de smartphones
Nos computadores, os programas são executados em diferentes níveis de seguranças dentro de camadas de atividades. Os mais importantes rodam em ambientes mais seguros e menos acessíveis do sistema operacional, já os menos essenciais ficam em um local mais exposto e sujeito à alterações.
É justamente na camada mais vulnerável que grande parte dos malwares começam a ser executados, podendo enviar cópias e estender suas ações a outros aplicativos, também situados neste grau de segurança. Já os programas mais agressivos conseguem burlar os níveis de segurança do sistema e se enraizar nas camadas importantes podendo comprometer o desempenho do computador e colocar em risco todo o seu funcionamento.
Enquanto isso, o processo de infecção é bastante diferente nos smartphones. Os sistemas Android e iOS possuem arquitetura com somente duas camadas: uma mais restrita, com as principais execuções e os apps nativos do sistema, e outra onde estão as informações, arquivos e programas baixados pelo usuário.
Quando um malware infecta um smartphone, suas ações irão se restringir ao nível mais exposto, limitando-se aos dados dos usuários e, raramente, tendo acesso às funções vitais do sistema. Porém, aparelhos desbloqueados via jailbreak ou root aumentam o risco de que malwares, mesmo inofensivos, comprometam as funções essenciais do sistema.
O malware atinge e-mails e pode comprometer contas de usuários (Foto: Marlon Câmara/TechTudo)Infecções ocorrem através da troca de dados
(Foto: Marlon Câmara/TechTudo)
Como acontecem as infecções?
Atualmente, para contaminar seu smartphone com estas “pragas digitais” basta estar conectado a internet ou receber arquivos maliciosos por transmissões via bluetooth, SMS e MMS. Qualquer método que receba dados de outro aparelho é uma porta de entrada para estes programas danosos. A maneira mais segura para se utilizar o celular ainda é no “Modo Offline”.
Grande parte dos malwares para celulares encontram-se nas próprias lojas oficiais de aplicativos, como a Google Play. No entanto, um relatório recente mostrou que essas ameaças começaram a circular via spams. Alguns desses programas, uma vez baixados, roubam seus dados e alteram configurações do sistema, com a possibilidade de enviar cópias de si mesmo ou de outros malwares por diferentes meios de transmissão de dados.
As consequências de um smartphone infectado
Um dos primeiros sintomas da presença de um malware, tanto em smartphones quanto computadores, é o comprometimento do desempenho do sistema. Devido às operações desses aplicativos nocivos, o processamento de dados do sistema passa a ter um maior gasto de memória, o que acaba por deixar o sistema mais lento, propenso a erros e congelamentos.
Outro indício de “contágio” é o aumento significativo da transmissão de dados pela rede, além do envio de SMS, MMS, e-mails e outras mensagens pela internet sem o conhecimento dos usuários.
Essas duas características são comportamentos padrões de malwares. Como foram desenvolvidos para roubar e transmitir dados, sejam eles imagens, contatos, relatórios de navegação na web e até informações bancárias, esses softwares acabam comprometendo o funcionamento de seu smartphone.
Malware mais nocivos, no entanto, podem atrapalhar a performance do seu celular, interromper ou impedir ligações, podendo ainda contaminar outros aparelhos. Esses apps maliciosos são capazes também de transmitir mensagens, executar aplicativos, destruir o sistema operacional, aumentar o consumo da bateria de seu aparelho e até danificar o hardware.
O Android, uma das plataformas mais utilizadas no mundo, é também uma das mais vulneráveis a malwares (Foto: Reprodução/ TechTudo)O Android é uma das plataformas mais vulneráveis
a malwares (Foto: TechTudo)
Como se prevenir?
A primeira coisa a ser feita para manter o celular a salvo de aplicativos nocivos é estar atento aos dados enviados e recebidos pelo aparelho. Procure se assegurar sempre se os downloads tem uma procedência segura, observando comentários sobre comportamentos suspeitos e reclamações.
Os malwares também pode estar camuflado em vídeos, músicas, aplicativos e fotos enviadas por e-mails, SMS, MMS e em transmissões via Bluetooth. Portanto, confirme o conteúdo com a pessoa que lhe enviou o arquivo, antes de abri-lo.
Além desses cuidados, é bom ter em seu smartphone um bom antivírus para garantir que seu sistema está seguro e evitar futuras infecções. Nas lojas de aplicativos online, há uma boa quantidade de diferentes antivírus gratuitos, que poderão ser muito uteis na proteção de seu aparelho.

Como os smartphones são dispositivos desenvolvidos para transmitir e receber informações de forma intensa, estes aparelhos se tornaram ambientes muito mais vulneráveis a vírus e malwares do que os computadores. Por isso, mantenha-se informado a respeito de novos tipos de infecções e sobre o funcionamento de seu smartphone. Caso seu celular esteja apresentando algum comportamento suspeito, instale ou troque seu antivírus e, se o problema continuar, leve-o a assistência técnica
Fique atento aos sites que visita, pois, caso seu celular não tenha um antivírus ou firewall, você estará mais sujeito a infecções por pequenos malwares que poderão abri portas para softwares mais perigosos. Lembre-se de agendar varreduras periódicas com os antivírus instalados em seu aparelho. Isso pode evitar o aparecimento de pequenos erros e impedir instalações que possam camuflar infecções mais sérias.

Samsung atinge 40 milhões de S4 vendidos


A Samsung bateu recorde com o Galaxy S4 ao registrar 10 milhões de unidades vendidas em apenas um mês, depois bateu outro por vender 20 milhões em dois meses e mais um de 30 milhões em quatro meses.
Agora, mais 10 milhões foram conquistados, pois o smartphone que tem seis meses de mercado chegou aos 40 milhões. O número foi revelado pelo CEO da companhia, JK Shin, conforme noticiado pelo G4Games.
A conquista significa que o S4 continua bem aceito, mesmo após passar por uma desaceleração que fez com que apenas cerca de 5 milhões de aparelhos fossem vendidos em agosto.

Proxima  → Página inicial